O que Itobi compra de outros países
Importações das empresas da cidade, por produto e por país de origem, com os números oficiais do governo.
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas de Itobi compraram US$ 394,4 mil de outros países.
Dados oficiais do governo até setembro de 2026. Os meses mais recentes ainda podem ser revistos, e a fonte pode ter atraso ou erro.
Entre as 441 cidades de São Paulo que importaram, Itobi ficou em 296º lugar. No Brasil, em 1.511º entre 2.567.
Ver o ranking de importaçõesTodos os produtos (2)
Nos últimos 12 meses. Toque em um produto para ver de onde ele vem.
- 1Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas…17 toneladasUS$ 368,9 mil94%
- 2Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para…0,5 toneladasUS$ 25,5 mil6,5%
Todos os países (3)
Nos últimos 12 meses. Toque em um país para ver o que vem de lá.
Mês a mês
Valor comprado em cada um dos últimos 24 meses. Passe o dedo ou o mouse numa barra para ver o mês.
Ano a ano
- 2024US$ 36 mil
- 2026 (até setembro)US$ 394,4 mil
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.
Perguntas sobre as importações de Itobi
Quanto Itobi importa?
De outubro de 2025 a setembro de 2026, empresas com endereço fiscal em Itobi (SP) compraram US$ 394,4 mil de outros países: 2 produtos, de 3 países.
O que Itobi mais importa?
Nos últimos 12 meses, os produtos mais comprados foram Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas… (94%), Máquinas e aparelhos, para trabalhar borracha ou plástico ou para… (6,5%).
De quais países Itobi mais importa?
Nos últimos 12 meses, as principais origens foram Dinamarca (75%), Índia (18%), China (6,5%).
Por que esse valor pode ser diferente do que a cidade consome?
Cada compra é contada na cidade do endereço fiscal da empresa que importou, e não onde o produto é usado. Por isso, cidades com portos, sedes de grandes empresas ou importadoras aparecem com valores altos. Os valores estão em dólares, como o governo publica, sem descontar a inflação.